As homilias e as letras dos cantos: Tudo faz sentido!
Não é de hoje que eu venho insistindo sobre o valor de uma boa homilia e a profundidade das letras dos cantos litúrgicos, estes que, de modo geral, sempre complementam àquela. É mais uma de tantas razões para participar das missas e das celebrações em geral.
Se não faz sentido deve ser descartado. Aliás, há tantas informações dentre elas muitas falsas que não merecem outro destino, a não ser jogá-las fora e, muito menos comentadas. No entanto, há outras que merecem crédito e servem para serem compartilhadas, expandidas darem mais credibilidade a um texto, como é este o caso.
Solenidade de São Pedro e São Paulo, dois ícones da igreja. O primeiro serviu de alicerce. Já o segundo que era o seu perseguidor tornou-se o maior dos pregadores da Palavra de Deus. Retiro, do canto dessa data excerto, (a terceira estrofe do Canto Litúrgico 524): “Tu sabes tudo o que eu tenho, no meu barco não há ouro e nem prata, somente redes e o MEU trabalho (grifo meu)”.
“Somente redes e o meu trabalho”. Instrumento de pesca e serviço. Isso não há como não conectar com os cidadãos que pensar ser o Estado o provedor de todas as suas necessidades. Bem contrário, ao que diz o adágio: Não dê o peixe ensine o cidadão a pescá-lo. Antes que alguém me critique, reitero não ser contrário a quem recebe auxílios, PORÉM às pessoas que realmente precisam; não aos néscios, ociosos. Por extensão: “Não pergunte o que o estado pode fazer por você, mas o quê você pode fazer por ele”, assertiva de um então presidente dos EUA.
Do mesmo folheto da missa (28.06), “partiste aquele pão e o deste aos teus irmãos, criaste a religião do pão, do pão que vem do céu”. Isto parece carregar um fardo socialista, comunista, aliás, a utopia que John Lennon cantava há décadas. Para os necessitados, sim! Para os demais não. Repetindo: “Se não queres trabalhar não tens direito ao alimento”. Simples e justo, assim! É bíblico.
E, por extensão, da mesma fonte: “Viveste aquela paz e a deste aos teus irmãos. Criaste a religião do pão da paz que vem do ceú”. Aliás, do céu cai a chuva de bênção. Por sua vez, do inferno vem toda a sorte de maldades que os homens maus, não querem para si, mas desejam para os outros. O socialismo e o comunismo são bons para os seus criadores que os inventaram para prejudicar outras pessoas. Obviamente, não para eles. Há mentecaptas que combatem o capitalismo, mas moram em países capitalistas como os EUA, e outros da Europa. Jamais morariam em Cuba, na Venezuela e em outros países onde o povo menos aquinhoado passa fome. A isso chamamos de hipocrisia, falta de coerência e de humanidade.
Por fim, há, na sua maioria cantos litúrgicos dignos de reflexão e de serem cantados sempre. Bem como as homilias, as quais eu costumo compará-las a uma boa aula. Devem ser didático-pedagógicas, ou seja: precisam deixar uma lição de casa. Por isso, elas devem ser breves, de preferência não mais do que cinco minutos deixando aos fiéis tarefas, 1, 2 e 3.
Nesse sentido eu respeito, até porque é uma questão de opção que, rezar em casa, (como alguns acham), é bem diferente do que ira a igreja com esta intenção. Por acaso, alguém comemora o seu aniversário sozinho, ou na melhor das hipóteses, acompanhado de apena outra pessoa?
Fomos criados para vivermos em comunidade, (no man is an island). Homem algum é ilha, pois não consegue viver completamente isolado. Quer dizer: não nos faltam admoestações e apelos. O que nos falta e colocá-los em prática, o que, de fato sabemos, é a parte mais difícil, mas não impossível.
Hoje um lembrete especial à incipiente, (três meses de casa), a Dra. Laura psicóloga da UNIMED agradecendo a conversação sobre o mal do século: a ansiedade.