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Buracos na rua atrapalham alunos na prova da baliza em Erechim

Conforme o coordenador prático do CFC Salgado Filho, Marcos Rohr, as péssimas condições do local, pioram ainda mais nos dias de chuva

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A situação dos buracos na rua, pioram ainda mais nos dias de chuva
A situação dos buracos na rua, pioram ainda mais nos dias de chuva
A situação dos buracos na rua, pioram ainda mais nos dias de chuva
Foto tirada depois da britagem
Por Taiane do Carmo
Foto Marcos Rohr

Uma situação na rua Silveira Martins em Erechim tem causado um certo desconforto para instrutores e alunos, que precisam realizar aulas práticas e provas do Detran para obter a Carteira de Habilitação. São os buracos no local.

Conforme o coordenador prático da categoria B do CFC Salgado Filho, as péssimas condições da estrada, no momento de fazer a baliza especificamente, ficam ainda piores nos dias de chuva.

Buracos

Ele relata que nos últimos dias, foi necessário ir até o local para “tapar” os buracos, para que os alunos não fossem prejudicados na hora da prova. “Nem todos têm uma técnica avançada para fazer a baliza, quando o pneu cai dentro do buraco a dificuldade é ainda maior para sair dele, pois nesse processo o pneu acaba girando e temos um alto índice de ‘apagadas’, e o fator que gera isso são os buracos na rua”, nos conta.

Provas

De acordo com informações do CFC, são realizadas aproximadamente 200 provas de baliza por mês no local, sem contar aquelas que são feitas por condutores de outros dois CFCs que dividem o mesmo local para as provas. Somente na categoria B, cerca de 40 alunos utilizam a rua para as aulas práticas e provas por dia.

Dificuldades

A Lenir Sartori que faz aula no local, relatou a dificuldade. “É complicado na hora de dar a ré, se o carro fica preso no buraco, o pneu não anda, e é preciso acelerar ainda mais para conseguir sair, aí dificulta todo o processo”, diz.

O coordenador afirma, que fazer a prova prática do Detran já é desafiador pois há uma ansiedade normal por parte dos alunos. “Quando ele reprova por apagar o carro, geralmente na próxima tentativa essa tensão é um pouco maior. Ao se deparar com essas condições ruins no chão, a pressão psicológica também aumenta, pois traz uma insegurança a mais na hora de fazer a prova”, frisa.

Processo

Marcos nos conta, que está à frente do processo para arrumar a rua há quase dois anos, na época foi realizada uma operação tapa buracos. “Foi trazido alguns materiais para melhorar a estrada, mas sempre acaba abrindo novamente porque é aquele ‘asfalto frio’ que chamamos. Além disso, nos reunimos com a pasta do município responsável, em janeiro do ano passado, apresentando fotos e a situação. Foi combinado, que quando fosse realizado um levantamento para asfaltamento de ruas, esta, seria incluída, mas ainda estamos aguardando esse retorno”, salienta.

O coordenador ainda acrescenta, que existe ainda um protocolo realizado por outro colega para fazer a pavimentação da rua, mas ainda está em aberto. “Desta forma, o problema continua e se agrava, pois os buracos que existem vão abrindo mais, e novos vão surgindo, aumentando a dificuldades para todos que precisam do local para fazer as aulas e as provas”, finaliza.

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