‘Trento: quem está por trás da marca gaúcha que disputa espaço com as gigantes do chocolate’. Com essa chamada do Jornal Estadão, de São Paulo, a empresa erechinense Peccin, reflete, novamente, sua expansão no mercado.
Em matéria publicada na semana passada, o veículo de comunicação enaltece os diferenciais da indústria dona de marcas conhecidas como Trento, Tribala, Blong e Frutomila. Em destaque no conteúdo, o chocolate Trento, que levou a empresa a reconhecimentos em âmbito nacional e no exterior, essencialmente pela inovação. Desse modo e, sobretudo, identificando potenciais e características específicas, inclusive do formato de seus chocolates, a Peccin se torna uma inspiração no setor alimentício, inclusive para outras empresas de expressivo renome.
À reportagem do Bom Dia, o diretor-presidente, Dirceu Pezzin, declara que esse é o melhor momento da Peccin na última década. “O Trento registra o ápice de vendas, com uma demanda extremamente forte, tanto que grandes multinacionais estão produzindo itens com base em produtos que criamos. Apresentamos agora, um segmento novo, do chocolate 38% cacau e, como Peccin, estamos muito felizes pelo retorno obtido dos consumidores e por sermos seguidos por grandes empresas, nos tornando, assim, uma referência no mercado”, ressalta.
Os diferenciais
De acordo com Pezzin, o Trento se torna especial por ter uma fórmula que apresenta equilíbrio de recheio e a combinação do waffer com o chocolate. “Além do formato, temos uma mistura que não consegue ser copiada”, afirma ao mencionar que são vários elementos e fatores envolvidos na base de sucesso do chocolate. “São porções diferenciadas, uma linha pensada como proposta de sobremesa, outra com cookies, enfim, há itens para os mais diversos paladares”, acrescenta.
Projetos
Atualmente a empresa erechinense conta com 1.300 colaboradores e esse indicador deve ser ampliado. Isso porque, em um ano próspero, a Peccin projeta investimentos que iniciam agora e devem se concretizar na metade de 2023. “Novas linhas devem ser instaladas e já estamos com vagas abertas – de 50 a 100. Esse crescimento deve ser constante pelos próximos cinco anos”, salienta Pezzin ao enfatizar que os investimentos permanecem concentrados em Erechim. “Acreditamos no potencial da cidade e do Estado do Rio Grande do Sul como base forte”, pontua.
Ao considerar o período de 2020 a 2022 a Peccin mais que dobrou o faturamento. Em relação aos efeitos da pandemia no trabalho desenvolvido pela empresa, o diretor-presidente cita que houve algumas dificuldades, mas que logo o grupo se reposicionou no mercado.
Atualmente a Peccin conta, ainda, com operações de centros de distribuição no Espírito Santo e Alagoas.