Funcionários de vigilância de uma empresa que presta serviços para a Corsan em Erechim reclamam que não vem recebendo salários regularmente há quase seis meses: “estamos chegando ao fim do ano e não temos dinheiro para comprar presente para os filhos. É uma situação desesperadora”, pontua um desses profissionais, que alega já faltar recursos para as questões básicas do dia a dia.
Orientação de procurar o sindicato de classe
Procurei a Corsan em Erechim, que afirma que faz os pagamentos regularmente para a empresa que detém o contrato com a companhia e que está orientando os vigilantes a procurarem o sindicato de classe que os representa. A informação repassada é que a direção em Porto Alegre, da Corsan, está tentando resolver esse impasse.