Se existe uma coisa boa a se fazer na vida, não importa quando e para onde, é viajar, conhecer novos lugares, pessoas diferentes e ter a oportunidade de adquirir conhecimentos até então desconhecidos. Agora, viajar com intercâmbio é melhor ainda, ainda mais sabendo que durante seis meses estará vivendo com uma família no exterior e tendo a oportunidade única de saborear e se deslumbrar com países com uma realidade completamente diferente do Brasil.
Cinco sonhos realizados
E será esta a realidade que cinco jovens de Erechim irão ter a partir do final de janeiro e início de fevereiro quando embarcam rumo a três destinos diferentes, Canadá, Estados Unidos e Nova Zelândia. Na bagagem, além das expectativas sobre o que irão encontrar em solo estrangeiro, a magia do realizar um grande sonho, através da CI Intercâmbio e viagens de Erechim que há vários anos tem trabalhado com expertise e dedicação para que muitos jovens de Erechim e região do Alto Uruguai tornem seus sonhos em realidade.
Encontro de preparação
Para tanto, no final da tarde desta terça-feira, 16, os empresários Fábio Caetano Malinowski e Andrea Brandi Malinowski receberam junto a sede da CI Erechim os intercambistas acompanhados pelos pais, momento em que repassaram todas as informações necessárias para os passos que irão tomar desde o momento do embarque, a viagem, a convivência, os estudos, a família, o ambiente e a volta para casa.
Os jovens
Nesta grande aventura estão os jovens Ana Maria Massignan Madalozzo, filha de Jaqueline e Vanderlei Madalozzo com destino a Canadá, Bernardo Zogbi Ferrasso, filho de Karina e Romualdo Ferrasso, com destino a Canadá, Nathália Baú, filha e Estela Baú e Eloir Baú, com destino a Canadá, Luis Henrique Sandri Manfredini, filho de Cibele e Rinede Manfredini, com destino a Nova Zelândia e Maria Rita Zys Wasmuth, filha de Simoni e Paulo Henrique Wasmuth com destino aos Estados Unidos.
Etapas
Mas, para que o intercâmbio possa acontecer existem etapas para serem concluídas para que tudo dê certo. De acordo com Andrea, a primeira é vir até a CI Erechim onde o interessado receberá todas as orientações sobre quais os países estão na rota dos intercâmbios, ou seja, qual é o sonho que quer ser alcançado, mas principalmente qual o tempo disponível para ficar fora do Brasil. “Dependendo do tempo de permanência, vamos encaixar um intercâmbio que possa ser viável”.
Segunda família
A CI, garante ela, é justamente para tirar todas as dúvidas que possam ter com relação a intercâmbios, seja ele de curto ou a longo prazo, a exemplo do de seis meses. “São vários tipos e vários orçamentos e todos eles são ligados a uma escola e uma casa de família, ou junto a escola com mais estudantes, mas o mais comum de acontecer é realmente na casa de família, pois tem a chance de conversar com várias pessoas, descobrir mais a profundo sobre a cultura e ter um dia a dia em um ambiente familiar”.
Mais de 50 países
Hoje a CI trabalha com mais de 50 países, incluindo a China que tem a língua Mandarim. “Com relação aos cinco jovens que estarão embarcando para a nova Zelândia, Canadá e Estados Unidos, eles passam, a partir de agora, para a realização de um sonho para viajarem para outro país e conviver com uma família e estudando em uma escola maravilhosa. Uma jornada e tanto que passam a vivenciar a partir de agora. Trabalhamos com emoção e sonhos, e nos realizamos com isto”, garante Andrea.
Burocracia
Mas, como nem tudo são só aventuras, também deve-se pensar na parte burocrática de tudo isso e, de acordo com Fábio, a princípio deve-se fazer um diagnóstico para procurar entender qual o programa o estudante tem interesse, quanto tempo ficará fora do Brasil e qual o objetivo do intercâmbio. “Analisamos, com cuidado, o perfil do país que mais se adapta ao estudante, seja na busca de conhecimento na área de educação ou profissional. Uma consultoria total para deixar claro para a pessoa qual o país deve ser escolhido. Realizamos uma entrevista e colocamos algumas possibilidades dentro do programa ao qual tem interesse”, garante.
Várias possibilidades
Hoje a CI tem a possibilidade de somente estudo, seja mestrado, pós ou Ensino Médio, trabalhar e estudar e a imigração. “A partir daí definimos o país, o programa e o orçamento que é negociado em várias modalidades, ajeitando da melhor maneira para o intercambista. Seguido a isso, vem todo o processo em seguida que é a confirmação da escola, da matrícula, da acomodação, se precisa de visto (o que leva mais três meses). Importante colocar um ano de antecedência para conseguir se programar bem. Alguns programas possuem um calendário que deve ser seguido à risca, principalmente por causa da idade, ou seja, dos 13 aos 18. Momento certo e na hora certa para fazer os programas”, conclui.