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Ensino

Psicóloga Gislaine Pereira palestra a famílias da Escola Básica sobre desafios cotidianos

A abordagem buscou evidenciar a infância como etapa determinante para a formação de valores e comportamentos

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A psicóloga Gislaine Cristina Pereira ministrou a palestra Desafios do cotidiano.jpg
Por Assessoria
Foto Divulgação

Na noite de quarta-feira, 8 de abril, o Auditório da URI Erechim recebeu pais e responsáveis de estudantes do Ensino Médio, Ensino Fundamental I e II, além da equipe da Escola Básica, para uma palestra sobre “Desafios do cotidiano, rotina, organização e limites”, ministrada pela psicóloga Gislaine Cristina Pereira.

Durante o encontro, a proposta apresentada indicou a construção de um espaço de diálogo e troca de experiências entre famílias e escola, com foco no fortalecimento da parceria no processo educativo. A abordagem buscou evidenciar a infância como etapa determinante para a formação de valores e comportamentos.

Ao tratar da temática, foram apontadas dificuldades relacionadas à aplicação prática de conceitos já conhecidos, como rotina, organização e limites. Nesse contexto, a atuação conjunta entre família e escola foi mencionada como estratégia para alinhar orientações e favorecer o desenvolvimento integral dos estudantes, considerando aspectos emocionais, sociais e comportamentais.

A rotina foi apresentada como um elemento que pode contribuir para a organização mental das crianças, oferecendo previsibilidade e segurança. A adoção de práticas no dia a dia, tanto em casa quanto na escola, tende a auxiliar na concentração e na redução da ansiedade.

Outro ponto abordado envolveu a definição de regras e limites, com indicação de que sejam claros, coerentes com a idade e mantidos de forma constante. Também foi abordada a necessidade de os adultos atuarem como referência, considerando que comportamentos podem ser assimilados por observação.

Situações de conflito, comuns no ambiente escolar, foram mencionadas como oportunidades de aprendizado, desde que acompanhadas por mediação adequada. Nesse processo, habilidades socioemocionais, como empatia, autocontrole e resiliência, foram apontadas como fundamentais.

A reflexão também incluiu o papel do tempo de qualidade na relação com os filhos, além da importância de estabelecer rotinas, limitar o uso de telas e acompanhar atividades escolares sem substituir as responsabilidades das crianças.

Por fim, a relação entre autonomia e acompanhamento foi indicada como ponto de atenção, considerando que a ausência de limites pode ser interpretada de forma negativa no desenvolvimento. O fortalecimento do diálogo entre família e escola foi apontado como caminho para lidar com os desafios e contribuir para a formação de crianças e adolescentes.

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