E ficam em contradições
nesta tela;
as gotas de chuva
que não me caem
na mão.
Os arco-íris
que não alimentei mais.
O descanso da floresta
que se adaptava
ao meu abraço.
A extensão de beatitude
das pombas no parque.
A varanda... , o longe
o mistério amigável
do cavalo branco.
A licença,
simples de coração
para dançar na chuva.
E então, Google!
Também pergunto:
- Por que me abandonaste, Papai Noel?