Dicas!
Primeiramente, é preciso:
vontade e coragem para mudar, apelando para os bons sentimentos: altruísmo, perdão, inclusive o auto perdão;
buscar as origens dos sentimentos conflituosos em um exercício de autoconhecimento;
Confiança em si próprio, em um exercício de autoconfiança, de renascimento contínuo de si mesmo;
Confiança em Deus.
Todo e qualquer sentimento negativo deve obrigatoriamente, passar por um processo de profilaxia mental.
Há de se avaliar, se for o caso, da necessidade da ajuda de profissional especializado, sob pena de avançar para estado de gravidade irreversível.
Joanna de Ângelis alerta: se o indivíduo mudar radicalmente sua forma de agir e pensar, direcionando para atitudes afetuosas ou carinhosas, “sentimentos de esperança, de fé, de amor, de alegria, de paz e as ideias edificantes, proporcionam altas descargas de energias salutares que são conduzidas pelas moléculas [...] em forma de endorfinas, interferon e outras substâncias equivalentes que restabelecem a equilibrada mitose celular”. (Joanna de Ângelis, Dias Gloriosos).
E, novamente nos reportando a Marcos Stavalli, diz ele que a liberação de dopamina produzida pelo próprio organismo, inibe o excesso de adrenalina, possibilitando o equilíbrio emocional.
No outro lado, pessoas que recebem atitudes de benevolência, sentem-se valorizadas, agradecidas, felizes e retribuem o carinho, o que favorece o metabolismo e o equilíbrio celular de ambos os envolvidos.
A Doutrina Espírita nos ajuda a compreender os diversos “porquês” da vida, mostrando que a única forma de resignação é o conhecimento da existência das vidas sucessivas que Deus nos oferece para reparação de nossos erros, aceitando a carga que nos foi destinada e seguindo com esperança.