O cuidado com a saúde mental também faz parte da assistência durante uma internação hospitalar. Neste Setembro Amarelo, a Fundação Hospitalar Santa Terezinha de Erechim promoveu um encontro entre profissionais da equipe assistencial e o médico psiquiatra Alexandre Sabany, reforçando a importância de um olhar atento e integrado às necessidades emocionais e psicológicas dos pacientes internados.
Participaram do encontro as enfermeiras Liandra Munarini, Letícia Fontana e Adriana Lima; a assistente social Cristiane Baptista; e as psicólogas Cindy Naymayer Peres e Taina Winter. A reunião possibilitou a troca de experiências entre as diferentes áreas e o alinhamento de estratégias para qualificar a assistência prestada dentro do Hospital.
Entre os assuntos abordados estiveram o cuidado em saúde mental no ambiente hospitalar, o matriciamento e os fluxos de atendimento, buscando fortalecer a identificação das necessidades de cada paciente e a atuação integrada entre os profissionais envolvidos na assistência.
A proposta é ampliar o olhar sobre o paciente, indo além da condição que motivou a internação, considerando também aspectos emocionais, sociais e psicológicos que podem estar presentes durante esse período. A integração entre enfermagem, psicologia, serviço social, psiquiatria e demais áreas assistenciais contribui para que situações que demandem atenção especializada sejam identificadas e conduzidas de maneira adequada.
Para o diretor Executivo da Fundação Hospitalar Santa Terezinha, Rafael Ayub, encontros como esse fortalecem uma assistência cada vez mais completa. “Uma internação envolve muito mais do que o tratamento de uma condição clínica. É um período que também pode trazer medo, insegurança e fragilidade emocional. Aproximar os profissionais, alinhar os fluxos e compartilhar conhecimentos nos ajuda a oferecer um cuidado mais atento e integral aos nossos pacientes”, destaca.
A iniciativa ganha ainda mais significado durante o Setembro Amarelo, período dedicado à conscientização sobre saúde mental e prevenção do suicídio, mas reforça um compromisso que deve estar presente durante todo o ano: reconhecer o paciente em sua integralidade e garantir que o cuidado também alcance aquilo que nem sempre é visível.