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Economia

Erechim: incertezas econômicas afetam o mercado de trabalho

Reportagem analisa os Dados do Caged e mostra a opinião de líderes empresariais erechinenses

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Foto: Gabriele Didoné
Por Najaska Martins - najaska@jornalbomdia.com.br

Dados do Caged mostram os reflexos das incertezas econômicas do último ano na geração de postos de trabalho em diversos setores

As incertezas econômicas que marcaram o ano de 2015 refletiram diretamente na geração de empregos. Somente em Erechim foram fechados 1.960 postos de trabalho. Ao todo, o município registrou 4.387 admissões e 5.534 desligamentos, tendo o setor da indústria o maior saldo negativo: -1.147 vagas.  Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho.

Quando comparados a 2014, os números demonstram também que a geração de empregos teve menor rotatividade. Se naquele ano foram registradas 21.673 contratações ante 24.472 demissões (saldo de -2.799); em 2015 o Caged demonstra que o número de vagas abertas caiu para 15.744 e o número de demissões declinou para 17.704 (saldo de -1960).

Empregos por setor

O cadastro revela que depois da indústria de transformação, o setor que mais fechou vagas foi a construção civil, que terminou 2015 com saldo negativo de 533 postos de trabalho. Em seguida vem o setor de serviços com saldo de -216 empregos formais; o setor de comércio, com -85 postos e o setor de extrativa mineral, com -5 vagas. Os únicos setores que fecharam o ano com saldo positivo na geração de empregos foram o de serviços industriais de utilidade pública com três postos de trabalho e o de agropecuária que finalizou 2016 com saldo de 23 vagas. O setor de administração pública não teve movimentação no Caged.

Em comparação com o ano anterior, os números mostram ainda uma grande recuperação no setor de serviços que em 2014 havia registrado variação de -13,78% e em 2015 teve variação de -2,06. Ao todo, em 2014 o setor havia fechado 1.628 empregos e em 2015 fechou apenas 216 postos de trabalho com carteira assinada.

Leia matéria completa na edição impressa do fim de semana.

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